Um antigo galpão siderúrgico em Marabá tornou-se um dos principais polos de produção cultural do estado: o Pontal Instituto Cultural, reconhecido como ponto de cultura em 2005, mas ativo desde 1998. A história do espaço foi tema da dissertação de mestrado de Deize Botelho, uma das idealizadoras, que resgatou a trajetória iniciada nos anos 1970 com o Movimento Artístico Cultural no Sudeste do Pará e analisou os impactos do programa Cultura Viva na política cultural local.
O espaço se consolidou como ambiente de pertencimento para diferentes linguagens artísticas, transformando vidas como a de Marconi Moreira, que ingressou aos 14 anos e hoje é artista renomado com exposições no Brasil e no exterior, além de presidente da instituição. Integrado à Rede Cultura Viva, o Pontal ampliou parcerias com o Programa Rumos do Itaú Cultural e universidades, fortalecendo a formação em artes visuais na região. O grupo estará presente na Sexta Teia Nacional, em outubro, na cidade de Aracruz (ES).
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Foto: Acervo Pontal Instituto Cultura

