Há mais de 40 anos, a Pastoral da Criança atua na promoção do desenvolvimento infantil e chama atenção para práticas que expõem crianças a responsabilidades e padrões estéticos inadequados para a idade. A adultização aparece em diferentes formas: cobrança excessiva por desempenho escolar, pressão estética, acesso a conteúdos impróprios, erotização precoce e até a imposição de tarefas que não correspondem à fase da infância.
As redes sociais agravam o problema ao estimular desde cedo padrões de beleza e comportamentos típicos do mundo adulto. Para enfrentar o problema, a Pastoral recomenda fortalecer os vínculos familiares, acompanhar a vida escolar e digital das crianças e valorizar brincadeiras tradicionais e o convívio comunitário, garantindo o direito de viver plenamente a infância.
Acompanhe com Hiolanda Mendes
Foto: Pastoral da Criança

