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Vivemos em um mundo onde muitas vezes prevalece a chamada lei da selva: a lei do mais forte. Quem detém poder decide, domina e impõe sua vontade, enquanto o mais fraco se submete e agradece por favores que nunca são reconhecidos como direitos. Essa lógica, historicamente legitimada em regimes de escravidão e até sustentada por certas crenças religiosas, perpetua desigualdade e exclusão. Mas existe uma alternativa: a lei da família. Ela afirma a igual dignidade de todos e coloca como prioridade o cuidado com os mais frágeis.
Acompanhe o editorial do Padre Igínio Mazzucchi
Foto: Arquidiocese de Manaus

