Lideranças Indígenas, quilombolas, representantes de movimentos sociais e da sociedade civil organizada participaram nesta sexta-feira de uma audiência pública para tratar sobre o estágio do procedimento de identificação e delimitação da Terra Indígena (TI) Munduruku e Apiaká do Planalto Santareno. O evento realizado pelo Ministério Público Federal (MPF), em conjunto com Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) teve o objetivo de promover um debate com a sociedade civil, órgãos estatais e entidades públicas, a partir de manifestações sociais, análises e debates, reunir informações e contribuições relevantes ao processo demarcatório e encaminhamento de ações do MPF.

As informações compartilhadas vão direcionar a elaboração do Relatório Circunstanciado de Identificação e Delimitação (RCID) e instruir o processo administrativo da Funai sobre o tema. De um lado da arena, representantes da sociedade civil, produtores e associações empresariais, de outro indígenas, pescadores e agricultores familiares. A audiência prevista pra ser realizada no auditório do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), precisou mudar de local para a Arena Estadual, devido o aumento do público. Ao final da audiência, a coordenação fez uma avaliação geral das contribuições e os encaminhamentos pertinentes.
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Fotos: Daniela Pantoja

