Começou hoje(10), em Belém, capital do Pará e coração da Amazônia, a COP30 — conferência internacional que reúne milhares de pessoas de todo o mundo com um objetivo urgente: reverter o aquecimento global. Autoridades, jornalistas, sociedade civil, povos originários e comunidades tradicionais se encontram para debater o futuro do planeta. Na zona azul do evento, a jovem liderança indígena Txai Suruí, nomeada para o grupo consultivo da juventude sobre mudanças climáticas, destacou a importância da demarcação das terras indígenas.
A Irmã Namélia, da Congregação de São José da Diocese de Balsas, também participa da COP30 com uma comitiva das irmãs de São José. Ela denuncia os impactos do agronegócio em sua região: “O desmatamento causado pelo agronegócio tem trazido sofrimento ao nosso povo. Queremos que o mundo veja isso e lute conosco pelo respeito à natureza. A COP30 marca o início de uma mobilização global por justiça climática e proteção dos territórios. As vozes da Amazônia ecoam com força, exigindo políticas públicas que respeitem os povos originários e combatam os impactos ambientais. A luta está lançada — e o mundo está ouvindo.
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Foto: Eanes Silva

