As queimadas na Amazônia e a pressão sobre os territórios indígenas em outubro de 2026 refletem a gravidade da crise climática causada por ações humanas criminosas e por intensas disputas políticas em curso no país. Manaus é a capital mais esfumaçada da Amazônia nas últimas semanas com uma das piores qualidades do ar de todo o país. a maior metrópole da maior floresta tropical do planeta se tornou, temporariamente, um dos lugares mais tóxicos do mundo para respirar. Historicamente vista como o “pulmão” ou grande reguladora climática, a Amazônia sob stresse com seca severa, desmatamentos, queimadas e calor extremo, passa a emitir fumaça em níveis alarmantes. Parte disso tem a ver com a ação criminosa de pessoas, grupos e empresas que insistem em lucrar com a destruição da maior floresta tropical do planeta e junto com ela, destruir a vida na terra.
Porém, surge um sinal de esperança e “eu já escuto seus sinais”. Uma estrela brilha na escuridão da noite densa de fumaça no céu da Amazônia gravemente atacado nas últimas semanas pelas estratégias covardes e traiçoeiras da extrema direita que novamente incendiou a floresta, loteou a Terra Indígena Yanomami para o garimpo ilegal e deixou a “boiada passar” em direção ao bioma mais importante do planeta em tempos de crise climática.
Acompanhe o Editorial com a professora Márcia Oliveira.
Foto: Arquivo pessoal

