O Ministério Público Federal acusa quatro empresas e seis pessoas por organização criminosa responsável por danos de R$ 1,7 bilhão na Terra Indígena Yanomami. O grupo é réu por integrar um esquema de exploração ilegal de ouro e caciterita. Segundo a denúncia, a estrutura envolvia extração de minérios na região do Pupunha, logística aérea, transporte e núcleo societário-financeiro.
O esquema era liderado por Rodrigo Cataratas, que usava empresas de táxi aéreo e de poços artesianos para transportar clandestinamente garimpeiros, combustíveis e insumos. Toda a caciterita extraída ilegalmente era enviada para a cooperativa Coopertim, em Boa Vista, que simulava origem legal do minério e emitia notas fiscais falsas para a mineradora Whiter-Solder. O caso foi denunciado pelo MPF no dia 4 de setembro e integra o enfrentamento à mineração ilegal na Amazônia.
Com informações do G1 Roraima
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Foto: PRF/Divulgação/Arquivo

