Seis lideranças do povo Tenharim foram acusadas de homicídio por mais de uma década e poderiam ser levadas ao Tribunal do Júri. Agora, a Justiça do Amazonas decidiu, por unanimidade, que as provas apresentadas são insuficientes.O caso teve início em dezembro de 2013, quando três homens não indígenas foram mortos na região de Humaitá, no sul do Amazonas.
Desejo Segundo a defesa, a investigação foi marcada por irregularidades, como ausência de tradutor nas oitivas, uso de testemunhas ocultas não homologadas e pressão social e midiática sobre os investigadores. Para a FUNAI, não havia elementos que comprovassem a autoria dos homicídios. A decisão do Tribunal de Justiça encerra, por ora, a possibilidade de julgamento das lideranças.
Acompanhe com Helen Loures
Foto: Larissa Matarésio/G1 AM

