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El Niño intensifica crise climática na Amazônia e expõe vulnerabilidades na região

Rede de Notícias da Amazônia
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El Niño intensifica crise climática na Amazônia e expõe vulnerabilidades na região
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O fenômeno climático El Niño, marcado pelo aquecimento anormal das águas do Pacífico Equatorial, tem se manifestado com força neste ano de 2026, no qual já se pode observar consequência graves no Brasil. E na Amazônia, com o período de estiagem (redução de chuvas), que inicia geralmente no mês de julho em alguns estados na região Norte, entre eles, Amazonas, Acre e Pará, e se estende até novembro, um eventual El Niño, essa condição climatológica e hidrológica se agrava ainda mais ao ponto de deixar a população sofrendo os efeitos destes eventos, como altas temperaturas e níveis dos rios abaixo da média.

Com a escassez de chuvas se aumenta o risco de incêndios florestais, e a fumaça se espalha nos municípios o que compromete a saúde a população, e a sobrevivência de espécies dependentes de ambientes úmidos. Em boletim recém divulgado, Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), indicou a 97% de permanência do fenômeno Super El Niño até o início de 2027, com a combinação de temperaturas acima da média e precipitações abaixo da média em áreas do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

Acompanhe com Daniela Pantoja

Foto: Previsão climática sazonal por tercil (CPTEC-INPE, INMET e FUNCEME)