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Estudo acompanha gestantes e recém-nascidos indígenas expostos ao mercúrio no Alto Tapajós

Rede de Notícias da Amazônia
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Estudo acompanha gestantes e recém-nascidos indígenas expostos ao mercúrio no Alto Tapajós
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Os levantamentos do Estudo Longitudinal de gestantes e recém nascidos indígenas expostos ao mercúrio na Amazônia vão ser apresentados durante assembleia da Aldeia Waro Apompo, no Rio Cururu no Alto Tapajós. O monitoramento é desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa “Ambiente, Diversidade e Saúde”, da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca ENSP/Fiocruz e busca compreender os impactos dessa contaminação sobre a saúde materno-infantil em comunidades que vivem próximas a áreas de garimpo e rios afetados pela atividade.

A pesquisa teve início em 2019, quando o grupo recebeu uma carta da Associação Indígena Pariri solicitando apoio para entender os impactos provocados pela presença de garimpeiros e pelo uso indiscriminado do mercúrio. Durante os estudos foram produzidos 941 laudos individuais (vide até abril de 2026, sendo 815 referentes às gestantes e bebês (público-alvo prioritário do estudo) e 126 de público geral (amostra complementar para compreensão da situação de saúde do povo Munduruku). Para cada laudo, foram atribuídos ainda faixas de risco de adoecer em função da quantidade de mercúrio, seguindo o critério Muito Baixo; Baixo; Moderado; Alto e Muito Alto.

Acompanhe com Daniela Pantoja

Foto: Grupo de pesquisa Ambiente, Diversidade e Saúde ENSP/Fiocruz