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Mudanças climáticas ameaçam a saúde materna e o desenvolvimento infantil

Rede de Notícias da Amazônia
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Mudanças climáticas ameaçam a saúde materna e o desenvolvimento infantil
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Mulheres grávidas, recém-nascidos e crianças pequenas estão entre os grupos mais vulneráveis aos impactos diretos das mudanças climáticas. O alerta foi emitido pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), que aponta que as ondas de calor intenso e a contaminação do ar elevam significativamente os riscos de complicações na gestação e no desenvolvimento infantil. Evidências científicas sólidas comprovam a relação entre a exposição ao calor elevado e a ocorrência de partos prematuros, bem como o menor peso dos bebês ao nascer.

A desidratação severa afeta a circulação sanguínea na placenta e prejudica o crescimento fetal, além de reduzir o tempo do aleitamento materno. Na infância, as altas temperaturas agregadas à piora da qualidade do ar intensificam crises de doenças respiratórias e atrasos no desenvolvimento. A proteção da saúde materna e infantil diante da crise climática exige a criação de políticas públicas integradas que mitiguem as desigualdades sociais, garantam o acesso à água potável e ofereçam acolhimento adequado nos serviços de saúde.

Saiba mais com Hiolanda Mendes

Foto: Semsa