A poucos dias do segundo turno das eleições, que reunirá cerca de 158 milhões de eleitores no país, cidades de todo o Brasil e da Amazônia registram intensas mobilizações. Em Santarém, no oeste do Pará, integrantes de 14 povos indígenas do Baixo Tapajós e movimentos sociais foram às ruas em defesa do processo democrático e dos direitos territoriais. A juventude, mulheres e lideranças tradicionais da região têm liderado manifestações para alertar sobre os impactos das escolhas eleitorais nos serviços públicos essenciais, como o Sistema Único de Saúde (SUS), e nas políticas de proteção socioambiental. O debate ganha força diante de propostas que preveem cortes orçamentários e redução de ministérios voltados à Amazônia.
Acompanhe o editorial do Padre Edilberto Sena.
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