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Diante do avanço de eventos climáticos extremos como secas, queimadas e ondas de calor na Amazônia e em todo o país, a defesa da democracia e o exercício do voto consciente revelam-se indispensáveis. A crise ambiental exige que a escolha de representantes políticos leve em conta a proteção da biodiversidade e dos direitos humanos. A emergência climática atinge de forma mais severa as populações vulneráveis, como povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e agricultores familiares.
Acompanhe o Editorial com Ivo Poletto, do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental
Foto: Arquivo pessoal

