Alterações no comportamento podem indicar sofrimento psíquico e necessidade de ajuda. Entre os fatores associados ao risco de comportamento suicida estão depressão, transtorno bipolar, alguns transtornos de personalidade e a esquizofrenia, especialmente sem acompanhamento adequado. Familiares, amigos e colegas podem oferecer escuta e apoio, além de incentivar a busca por ajuda profissional.
O uso abusivo de substâncias, como o álcool, aumenta a impulsividade e o risco de passagem ao ato. Grupos mais vulneráveis incluem pessoas idosas, especialmente homens; jovens em torno dos 21 anos; e pessoas não heteronormativas, que apresentam risco significativamente maior de intencionalidade suicida. A prevenção começa pela atenção e pela escuta. Identificar sinais de sofrimento, acolher e incentivar a busca por ajuda podem fazer a diferença. O cuidado precisa ser contínuo e envolver família, amigos, comunidade e profissionais de saúde.
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