A terceira edição da Liga Indígena começou em Cruzeiro do Sul, reunindo representantes de 10 povos indígenas do Acre. Mais do que uma competição esportiva, o evento é um espaço de encontro, diálogo e valorização da cultura indígena. Ao longo da programação, os jovens participam de rodas de conversa, palestras e atividades culturais que abordam temas como alcoolismo, mudanças climáticas e o aliciamento de jovens por facções.
Este ano, pela primeira vez, a Liga conta com um torneio feminino, reunindo quatro equipes dos povos Puyanawa, Huni Kuin e Xananawa. Com 12 equipes masculinas e a estreia histórica do torneio feminino, a Liga Indígena segue sendo muito mais que esporte: é um espaço para fortalecer a juventude indígena e construir novos caminhos para as comunidades.
Acompanhe com Layza Maia
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