Com a aproximação das eleições de 2026, a Justiça do Trabalho reforça orientações para prevenir o assédio eleitoral no ambiente profissional. Essa prática ocorre quando empregadores ou superiores tentam influenciar ou constranger trabalhadores em relação ao voto ou apoio político. Entre janeiro de 2024 e junho de 2026, a Justiça do Trabalho da 11ª Região registrou 25 ações trabalhistas relacionadas a casos de assédio eleitoral, envolvendo situações como ameaças de demissão, promessas de benefícios em troca de votos, exigência de participação em campanhas e constrangimento para revelar o voto.
A Justiça do Trabalho atua em conjunto com a Justiça Eleitoral para garantir que o voto seja exercido de forma livre e sem coação. Quem sofrer ou presenciar assédio eleitoral deve reunir provas como mensagens, áudios, vídeos, fotografias ou testemunhas, e denunciar ao Conselho Superior da Justiça do Trabalho, ao Ministério Público do Trabalho ou à ouvidoria do TRT da 11ª Região. Se houver indícios de crime, o caso pode ser encaminhado à Justiça Eleitoral e ao Ministério Público Eleitoral.
Com informações de Yuri Bezerra
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