Para as mulheres, principalmente aquelas que vivem em comunidades rurais, indígenas, quilombolas e periféricas, os efeitos das mudanças climáticas são mais fortes. Isso porque a maioria delas carregam responsabilidades ligadas ao cuidado da família, o acesso a água e a produção de alimentos, atividade que diretamente são ameaçadas por secas, enchentes e queimadas.
No contexto atual as mulheres agricultoras familiares precisam lidar com as mudanças climáticas e a se adaptar a elas. Para além dos desafios, é importante destacar que as mulheres têm um papel de manutenção dos territórios, são as protagonistas nos processos de produção agroecológica, que tem mostrado serem mitigadores dos efeitos da crise do clima. Lutam por justiça climática e por todas formas de desigualdade de gênero, raça e intergeracional.
Acompanhe com Daniela Pantoja
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

