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Em meio a conflitos e ameaças ambientais, movimentos sociais e indígenas têm se organizado na Amazônia para defender o bem comum e os territórios tradicionais. Recentemente, no entorno do rio Tapajós, a resistência contra o decreto presidencial que previa a privatização e dragagem de rios levou à ocupação de um porto da multinacional Cargill em Santarém. Após 22 dias de mobilização, o governo federal revogou o decreto de privatização dos três rios amazônicos.
Acompanhe o editorial do Padre Edilberto Sena.
Foto: Arquivo

