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A Amazônia concentra cerca de 20% da água doce líquida da superfície da Terra, mas enfrenta secas históricas e riscos crescentes de colapso. Os rios, igarapés e nascentes não são apenas recursos naturais: são território sagrado, identidade e modo de vida para os povos amazônidas. A crise hídrica resulta da combinação entre aquecimento global e exploração predatória local, como desmatamento e mineração ilegal. Preservar os rios significa garantir a sobrevivência aquática e humana, proteger a biodiversidade e manter a estabilidade climática da América Latina.
Confira na íntegra o editorial da professora Lucineide Pinheiro
Foto: Arquivo pessoal

