O desmatamento na Amazônia apresentou queda de 38% em janeiro de 2026, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Foram registrados 83 km² de área derrubada, contra 113 km² no mês anterior. Apesar da redução geral, o cenário preocupa no Acre, que registrou aumento de 50% nas áreas degradadas nos últimos seis meses, somando 108 km². O número contrasta com a queda de 93% na degradação acumulada em toda a Amazônia Legal.
O avanço da degradação no Acre pode estar ligado à exploração madeireira e a incêndios localizados. Nos últimos seis meses, o desmatamento acumulado na Amazônia chegou a 1.195 km², uma redução de 41% em relação ao ciclo anterior. Pará, Amazonas e Roraima concentraram 64% das áreas desmatadas, mas o Acre segue exigindo atenção especial e políticas mais efetivas para conter a degradação e proteger a floresta.
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