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O governo federal revogou o decreto de privatização dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins e anulou a licença para a dragagem do Tapajós. A decisão provocou reações opostas no país. Movimentos sociais e povos indígenas celebraram com alegria após 33 dias de resistência e ocupação do porto da Cargill em Santarém, defendendo o direito ao bem-viver e à preservação dos rios. Já empresários do agronegócio criticaram a medida, alegando prejuízos à economia e às exportações, e classificaram os manifestantes como invasores.
Acompanhe o editorial do Padre Edilberto Sena.
Foto: Arquivo

