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Os movimentos indígenas e sociais do Baixo Tapajós completaram 30 dias de ocupação do porto da multinacional Cargill, em Santarém. A mobilização denuncia a privatização de rios amazônicos e a dragagem no Tapajós, medidas decretadas pelo governo federal. A resistência é vista como defesa da vida, dos territórios e do ambiente do rio Tapajós. Lideranças afirmam que não se trata apenas de um protesto local, mas de um movimento que inspira outros povos da Amazônia.
Acompanhe o editorial do Padre Edilberto Sena.
Foto: Arquivo

