Em 12 de fevereiro de 2005, a missionária norte-americana Dorothy Stang foi assassinada no Pará. Irmã Dorothy, como era conhecida, dedicou sua vida à defesa dos trabalhadores rurais e à preservação da floresta amazônica. Foi uma das principais incentivadoras dos Projetos de Desenvolvimento Sustentável e ajudou a organizar os camponeses na luta pela reforma agrária e se tornou alvo por defender pequenos agricultores contra grileiros em Anapu, sudoeste do Pará, local para o qual dedicou mais de duas décadas da vida em defesa dos trabalhadores rurais.
E nesta quinta-feira (12), diversas organizações e instituições relembram a sua luta e trajetória por defender a Amazônia e os povos que nela vivem. Uma das ações é desenvolvida pelo Comitê Dorothy Stang, que promove uma celebração ecumênica na Sede de Conferência Nacional dos Bispos (CNBB), em Belém, no Pará. A equipe pedagógica da Escola de Fé e Cidadania organizou a Caravana Missionária para a Celebração do Martírio de Irmã Dorothy Stang, no Centro de Formação São Rafael, em Anapu (PA). A mobilização reúne comunidades, juventudes e agentes pastorais em memória da missionária assassinada em 2005 por sua atuação em defesa dos povos da Amazônia, da justiça social e do direito.
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Foto: Daniela Pantoja

