Mulheres indígenas de diversas etnias desenvolveram a Arandu, uma inteligência artificial criada para preservar saberes tradicionais e fortalecer redes de apoio e geração de renda nas aldeias. A tecnologia foi construída de forma coletiva ao longo de 2025 e integra a plataforma Círculos Indígenas, funcionando como uma guardiã digital dos valores, da cultura e das tradições dos povos originários no Brasil.
Além da preservação cultural, a ferramenta contribui para o fortalecimento da autonomia econômica das mulheres indígenas. Atualmente, o projeto reúne participantes no Distrito Federal e em 12 estados brasileiros, incluindo Acre, Amazonas, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins.
Acompanhe com Layza Maia
Foto: Divulgação internet

