A Bacia Amazônica segue sob influência do fenômeno La Niña, caracterizado pelo resfriamento anômalo das águas do Pacífico Equatorial. O fenômeno tem contribuído para o aumento das chuvas, especialmente na região central da Amazônia, que engloba municípios como Manaus, Itacoatiara e Parintins. A atuação, observada desde novembro, está em fase fraca e deve se encerrar entre fevereiro e abril, quando se espera a entrada em padrão de neutralidade no Pacífico.
Enquanto isso, áreas do oeste e sudoeste da Amazônia, como o Acre e as bacias dos rios Juruá e Purus, registram volumes elevados de chuva, com atenção para possíveis cheias. A combinação desses fatores pode intensificar eventos extremos, como secas mais severas durante o El Niño e cheias rápidas e intensas em períodos de La Niña, cenário que tende a se agravar nas próximas décadas.
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