Os atendimentos básicos de saúde são essenciais em todas as fases da vida, mas em muitas localidades da Amazônia o acesso ainda é limitado, com ausência de Unidades Básicas de Saúde e hospitais próximos. Por conta dessas deficiências, organizações sociais se unem ao poder público para tentar suprir essa demanda, a exemplo da ONG Zoé, que leva assistência médica e serviços de saúde para comunidades remotas.

Neste ano de 2025, a ONG Zoé realizou 14 expedições e quase 10 mil atendimentos especializados em saúde, as comunidades ribeirinhas e indígenas de Belterra, Aveiro, Oeste de Santarém e Óbidos.
Plínio, fundador da ONG, ressalta que os resultados dessas ações estão diretamente ligados ao crescimento dos apoiadores e a transparência com cada doação.

Um dos marcos históricos neste ano foi a realização da primeira neurocirurgia dentro do território indígena Zo’é. O procedimento, conduzido pelo neurocirurgião Erik Jennings, da Fundação Dieter Morseck, tratou uma hérnia de disco de uma das enfermeiras que atua entre os Zo’é, como relata Plinio. Para o ano de 2026 a expectativa é aumentar o número de expedições para 20, e um diferencial é que a ONG não se limita apenas aos mutirões, mas também ao trabalho contínuo de saúde nas comunidades e territórios indígenas.
Acompanhe com Daniela Pantoja
Fotos: Divulgação/ONG Zoé e Plinio Averbach

