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Cultura, fé e festivais transformam Belém em vitrine amazônica na COP30

Rede de Notícias da Amazônia
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Cultura, fé e festivais transformam Belém em vitrine amazônica na COP30
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Quem deixou por alguns instantes a Blue Zone e a Green Zone da COP30 encontrou nas ruas de Belém uma Amazônia múltipla. Fé, sabores, tradições e a sabedoria ancestral dos povos da floresta se misturaram em cada canto da capital paraense. Da Basílica de Nazaré ao Ver-o-Peso, do tucupi ao piracuí, dos festivais de Alter do Chão e Parintins, as várias Amazônias se encontraram na Amazônia paraense. No Parque Shopping Belém, segue até 29 de novembro a exposição dos grandes festivais da região, reunindo botos de Alter do Chão, povos indígenas de Juruti e bois de Parintins. Cerca de 3 mil pessoas visitam diariamente o espaço, que conecta arte e justiça climática.

Já Marciele Albuquerque, Cunhã-Poranga do Boi Caprichoso, destacou que a cultura é também uma forma de luta contra os impactos climáticos, levando as pautas indígenas da arena para o mundo. No Ver-o-Peso, tradição e orgulho se misturam ao cheiro da Amazônia. Dona Cristina, a “mulata cheirosa” de 56 anos, celebrou a renda extra trazida pela COP e revelou as essências mais procuradas pelos visitantes. Quem deixa Belém leva consigo a saudade de um povo acolhedor, orgulhoso de sua terra e de um calor humano inesquecível.

Saiba mais com Carlos Alexandre

Foto: Edvander Batista