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O levantamento analisou 78 processos judiciais, envolvendo 193 réus e 526 decisões criminais, muitas delas relacionadas a mais de um crime, como invasão de terras públicas, falsidade ideológica, estelionato e associação criminosa.
Com vastas áreas públicas e alta pressão fundiária, o Pará lidera o número de ações judiciais contra grileiros. Além disso, o estudo revela que quase metade dos processos não informava a dimensão da terra ocupada ilegalmente.
Do total de processos, 30% envolviam Projetos de Assentamento e 26% Glebas Públicas, onde havia ocupações privadas irregulares em terras da União. A maioria das condenações (64%) ocorreu em áreas de unidades de conservação.
A reportagem é de Liege Costa
Foto: Greenpeace

