O tráfico de pessoas segue avançando na Amazônia e tem desafiado as redes de proteção e enfrentamento na região Norte.
No Pará, as características geográficas, sociais e econômicas do estado, como fronteiras extensas, garimpo, atividades de mineração, portos fluviais e grandes obras de infraestrutura, têm criado um cenário que favorece a atuação de grupos criminosos organizados.
Além da dificuldade de fiscalização, outro desafio está na invisibilidade do crime e diante disso, muitas vítimas não se reconhecem como traficadas. Para Irmã Michele da Silva, articuladora da Rede Um Grito pela Vida na região Norte, a falta de continuidade das políticas públicas e de comitês de enfrentamento agrava o cenário na região.
A reportagem é de Liege Costa
Foto: IMDH

